Preços do café robusta avançam mais de 3% no início da tarde desta 3ª feira (21)
![]()
O mercado cafeeiro segue trabalhando com fortes altas nas bolsas internacionais no início da tarde desta 3ª feira (21).
De acordo com o Barchart, os fortes ganhos do robusta estão sendo sustentados pela proximidade do Feriado do Ano Novo Lunar, que normalmente traz a interrupção do fornecimento de graõs no Vietnã.
Perto da 12h (horário de Brasília), a variedade avançava na bolsa de Londres registrando um ganho de mais de 3% nas cotações futuras. O vencimento de janeiro/25 apresentava alta de US$ 137 no valor de US$ 5.144/tonelada, o de março/25 um aumento de US$ 180 negociado por US$ 5.323/tonelada, o de maio/25 um avanço de US$ 177 no valor de US$ 5.267/tonelada, e o de julho/25 uma alta de US$ 165 cotado por US$ 5.170/tonelada.
Já o arábica trabalhava com ganho de 660 pontos no valor de 334,95 cents/lbp no contrato de março/25, uma alta de 630 pontos negociado por 330,90 cents/lbp no de maio/25, um aumento de 645 pontos no valor de 324,70 cents/lbp no de julho/25, e um ganho de 640 pontos cotado por 315,85 cents/lbp no de setembro/25.
Relatório da Hedgepoint mostra que o arábica deve ganhar maior protagonismo em 2025. Segundo Laleska Moda, analista de Inteligência de Mercado de Café, a oferta limitada e a postura dos produtores em aguardar preços melhores devem manter suporte aos preços até a entrada da nova safra brasileira.
Dados do 4º levantamento da cultura para o ciclo de 2024 divulgados pela Conab nesta manhã apontam que a safra de café de 2024 ficou estimada em 54,2 milhões de sacas de 60kg,1,6% abaixo do volume produzido na safra de 2023.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais