Café: preços iniciam 2ª feira (23) com baixas moderadas nas bolsas internacionais
![]()
Perto das 9h20 (horário de Brasília) desta segunda-feira (23), o mercado cafeeiro trabalhava com quedas moderadas dos futuros nas bolsas internacionais.
Segundo boletim do Escritório Carvalhaes, o mercado segue precificando sobre a preocupação com o volume da próxima safra brasileira de café. Já há consenso de que teremos quebra importante na produção e que o volume a ser colhido ficará bem abaixo do de 2024.
O arábica registrava queda de 100 pontos no valor de 324,00 cents/lbp no vencimento de março/25, uma baixa de 100 pontos no valor de 318,30 cents/lbp no de maio/25, um recuo de 130 pontos cotado por 310,35 cents/lbp no de julho/25, e uma baixa de 110 pontos no valor de 301,65 cents/lbp no de setembro/25.
Já o robusta trabalhava com baixa de US$ 14 no valor de US$ 4.997/tonelada no contrato de janeiro/25, uma queda de US$ 32 no valor de US$ 4.970/tonelada no de março/25, um recuo de US$ 12 no valor de US$ 4.922/tonelada no de maio/25, e uma queda de US$ 12 no valor de US$ 4.837/tonelada no de julho/25.
De acordo com relatório da Pine Agronegócios, a colheita no Vietnã e o comportamento dos diferenciais por lá estão movimentando os preços do robusta. Já houve um avanço na colheita no Vietnã em torno de 40% e os diferenciais contra o contrato de março para entrega imediata com prêmio de U$ 100 a tonelada, mostrando que o produtor ainda está lento na comercialização ou que a safra é bem menor do que estimada pelo USDA.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais