Preços do café seguem com alta de mais de 2% no inicio da tarde desta 2ª feira (16)
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Perto das 12h (horário de Brasília), o arábica avançava com 740 pontos no valor de 328,25 cents/lbp no vencimento de dezembro/24, um aumento de 825 pontos no valor de 327,75 cents/lbp no contrato de março/25, uma alta de 790 pontos no valor de 324,95 cents/lbp no de maio/25, e um ganho de 720 pontos no valor de 319,65 cents/lbp no de julho/25.
Já o robusta trabalhava com alta de US$ 20 cotado por US$ 5.229/tonelada no contrato de janeiro/25, um aumento de US$ 29 no valor de US$ 5.213/tonelada no de março/25, um ganho de US$ 27 no valor de US$ 5.153/tonelada no de maio/25, e uma alta de US$ 26 no valor de US$ 5.072/tonelada no de julho/25.
De acordo com boletim do Escritório Carvalhaes, já há consenso que para 2025 teremos uma quebra importante na produção, e que o volume a ser colhido ficará bem abaixo do de 2024. "A próxima safra foi bastante prejudicada por seguidos problemas climáticos, mas, só a partir de março de 2025, no final do verão, após sabermos o volume de chuvas e as temperaturas atingidas nas regiões cafeeiras do Brasil, teremos números confiáveis sobre a nova safra. Nesse quadro, e com as incertezas climáticas persistindo em todos os principais países produtores de café, continuaremos convivendo com fortes e rápidas oscilações em Nova Iorque e Londres.", completou o documento.
Segundo relatório da Pine Agronegócios, a disponibilidade de café está verdadeiramente baixa, e só a partir de janeiro o produtor poderá retornar ao mercado, contudo, com um estoque a vender em torno de 15% a 20% da safra total do Brasil. "Pelo lado do clima para o enchimento de grãos, tevemos ter um mês de janeiro com chuvas levemente abaixo da média e um fevereiro com chuvas dentro da média, portanto, tudo indica que as condições serão boas para as fases inicias da granação", destacou ainda o relatório.
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