Preços do café trabalham com altas no inicio da manhã desta 5ª feira (14)
![]()
O mercado cafeeiro inicia a sessão desta quinta-feira (14) registrando ganhos moderados nas cotações futuras nas bolsas internacionais.
De acordo com o Escritório Carvalhaes, a dificuldade atual para comprar café em quantidade suficiente para suprir nossas exportações e o consumo interno brasileiro, nestes dois meses finais de 2024, vem contribuindo para a volatilidade dos preços.
Perto das 9h20 (horário de Brasília), o arábica trabalha com alta de 165 pontos no valor de 273,30 cents/lbp no vencimento de dezembro/24, um ganho de 140 pontos negociado por 272,60 cents/lbp no de março/25, um aumento de 110 pontos no valor de 271,00 cents/lbp no de maio/25, e uma alta de 190 pontos no valor de 268,85 cents/lbp no de julho/25.
Já o robusta avançava com US$ 33 no contrato de novembro/24 cotado por US$ 4.599/tonelada, uma alta de US$ 30 no valor de US$ 4.662/tonelada no de janeiro/25, um aumento de US$ 28 no valor de US$ 4.580/tonelada no de março/25, e uma alta de US$ 16 cotado por US$ 4.502/tonelada no de maio/25.
Nesta quarta-feira (13) uma forte chuva de grazino atingiu Simonésia, Minas Gerais, na proximidade de São Simão do Rio Preto. Segundo relatos de produtores de café, a região já registrou uma tempestade como essa no ano passado, que chegou a resultar em perdas de até 80% da produção de alguns cafeicultores. Até o momento não tem como mensurar os prejuízos desta chuva, e alguns produtores da localidade estão sem energia elétrica.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais