Preços do café avançam com fortes ganhos nas cotações futuras nesta 5ª feira (26)
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O Brasil vive o pior deficit hídrico dos últimos 40 anos. O Barchart destaca que as chuvas no país têm sido consistentemente abaixo da média desde abril, danificando os cafeeiros durante o importantíssimo estágio de floração, e reduzindo as perspectivas para a safra de café em 2025/26.
Os preços do café seguem então refletindo uma oferta comprometida. Relatório da Hedgepoint mostra que os atuais níveis de estoques de café estão abaixo do esperado, tanto nos países produtores quanto nos consumidores.
De acordo com informações do Escritório Carvalhaes, os estoques de café certificado na ICE, em Nova Iorque caíram 1.140 sacas nesta quarta-feira (25), e estão em 830.587. Há um ano eram de 446.518 sacas, subindo neste período 384.069 sacas.
Diante deste cenário, perto das 12h20 (horário de Brasília) o café arábica registrava alta de 420 pontos no valor de 273,20 cents/lbp no contrato de dezembro/24, uma alta de 415 pontos cotado por 271,00 cents/lbp no de março/25, e um aumento de 450 pontos no valor de 268,65 cents/lbp no de maio/25.
Já o robusta trabalhava com a valorização de US$ 92 no valor de US$ 5.542/tonelada no vencimento de novembro/24, uma alta de US$ 96 no valor de US$ 5.248/tonelada no de janeiro/25, e um aumento de US$ 80 no valor de US$ 5.016/tonelada no de maio/25.
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