Bolsa de NY passa a trabalhar com aumento de 0,98% nos vencimentos do arábica
![]()
Após iniciar a sessão com desvalorizações, os contratos futuros do café arábica passaram a trabalhar com avanços no inicio da tarde desta 5ª feira (05). Às 12h40 (horário de Brasília), o vencimento de dezembro/24 apresentava alta de 260 pontos negociado por 246,25 cents/lbp. Já o de março/25 um aumento de 260 pontos no valor de 244,65 cents/lbp, e o de maio/25 um aumento de 195 pontos no valor de 242,00 cents/lbp.
O café robusta também segue com avanço na bolsa de Londres, e apresentava alta de US$ 16 no contrato de novembro/24 cotado por US$ 4.928/tonelada, um aumento de US$ 29 no valor de US$ 4.704/tonelada no de janeiro/25 e uma valorização de US$ 42 no valor de US$ 4.518/tonelada no de março/25.
Segundo informações do Cepea, o maior problema continua sendo a falta de umidade, o que tem preocupado produtores quanto à oferta para a próxima safra. "O clima adverso vem se arrastando desde os efeitos do El Niño, no segundo semestre do ano passado, afetando a produção nacional de café, que está abaixo do esperado. Nesse cenário, cafeicultores aguardam um retorno de chuvas mais frequentes em setembro em volumes suficientes para mitigar os efeitos do estresse hídrico em que as plantas atualmente se encontram", destacou ainda pesquisadores do centro.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém o alerta vermelho, de “grande perigo", para o tempo seco. Algumas áreas do Brasil podem chegar a atingir umidade do ar abaixo de 12%, o que aumenta relativamente o risco de novos incêndios.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais