Café: Vencimentos futuros abrem a sessão com baixas na manhã desta 6ª feira em NY
![]()
Na sessão desta sexta-feira (23), os contratos futuros do café arábica trabalham com desvalorizações na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), em que registram baixas de 80 a 30 pontos. Em Londres, as negociações para o café robusta também trabalham em campo negativo.
Por volta das 08h40 (horário de Brasília), o contrato setembro/24 tinha baixa de 80 pontos e estava precificado em 246,00 cents/lbp. No caso do dezembro/24 operava com desvalorização de 30 pontos e cotado em 242,60 cents/lbp e o Março/25 trabalhava com recuo de 30 pontos e estava sendo negociado em 240,90 cents/lbp.
Em Londres, o contrato setembro/24 fechou com desvalorização de US$ 17 por tonelada e negociado por US$ 4.886 por tonelada. O novembro/24 apresentava baixa de US$ 1 por tonelada e valendo US$ 4.573 por tonelada.
De acordo com as informações da Bloomberg, os contratos futuros do café arábica interromperam uma alta de seis dias devido às preocupações com a geada no Brasil. “O contrato mais ativo do arábica caiu até 3,3% em Nova York, interrompendo sua maior sequência de ganhos desde abril”, informou a Bloomberg.
“Uma correção nos preços é “natural”, já que a previsão mais recente mostra que o tempo frio no fim de semana não trará geadas para as áreas de café, disse Fernando Maximiliano, analista da StoneX. Ainda assim, a volatilidade do mercado deve continuar, com os traders também temendo que a seca recente possa prejudicar as perspectivas para a próxima temporada”, acrescentou à Bloomberg.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais