Preços futuros do café passam a operar com avanços na tarde desta 4ª feira em NY
![]()
Após abrir a sessão desta quarta-feira (21) com quedas, os vencimentos futuros do café passaram a trabalhar com ganhos na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), em que registram altas de 195 a 210 pontos. Em Londres, as negociações trabalham em campo misto.
Por volta das 13h17 (horário de Brasília), o contrato setembro/24 tinha incremento de 195 pontos e estava precificado em 251,40 cents/lbp. No caso do dezembro/24 operava com valorização de 210 pontos e cotado em 250,60 cents/lbp e o Março/25 trabalhava com avanço de 210 pontos e está sendo negociado em 248,00 cents/lbp.
Em Londres, o contrato setembro/24 tinha valorização de US$ 37 por tonelada e negociado por US$ 4,916 por tonelada. O novembro/24 apresentava baixa de US$ 11 por tonelada e valendo US$ 4.608 por tonelada.
De acordo com a Hedgepoint Global Markets, os preços futuros dos cafés arábica e robusta oscilaram nos últimos dias, refletindo a passagem de uma frente fria no Brasil, que trouxe geadas em regiões como o Sul de Minas, Cerrado e Mogiana.
No mercado financeiro, a Reuters reportou que o dólar oscilava pouco frente ao real nesta quarta-feira, acompanhando a tendência global, com investidores exibindo maior cautela antes da divulgação de dados revisados de emprego nos Estados Unidos e da ata da reunião de julho do Federal Reserve.
“Às 9h42, o dólar à vista caía 0,17%, a 5,4770 reais na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento tinha variação negativa de 0,01%, a 5,486 reais na venda”, destacou a Reuters.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais