Café tem baixas após valorização com frio, mas ainda está atento ao risco de geada
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Depois de avançar mais de 4% no pregão anterior, o mercado futuro do café passou a operar com ajustes negativos e baixas nesta quinta-feira (8) nos terminais de Londres e Nova York.
Por volta das 13h40 (horário de Brasília), setembro/24 tinha queda de 70 pontos, negociado por 245,60 cents/lbp, dezembro/24 tinha queda de 225 pontos, valendo 239,50 cents/lbp, março/25 tinha baixa de 330 pontos, cotado por 235,40 cents/lbp e maio/25 teve queda de 335 pontos, negociado por 232,65 cents/lbp.
Em Londres, o robusta também voltou a operar com desvalorização. Setembro/24 tinha queda de US$ 34 por tonelada, negociado por US$ 4447, novembro/24 tinha baixa de US$ 28 por tonelada, cotado por US$ 4258, janeiro/25 tinha queda de US$ 11 por tonelada, negociado por US$ 4120 e março/25 tinha queda de US$ 4 por tonelada, cotado por US$ 3982.
"Os preços do café se recuperaram esta semana devido à preocupação de que temperaturas congelantes no Brasil poderiam danificar as plantações de café", destacou a análise do site internacional Barchart.
No Brasil, o setor continua monitorando o frio, que deve ser o mais intenso e o último do inverno. A preocupação é com as áreas no sul de Minas Gerais que pode ter temperaturas negativas no final de semana.
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