Café: Ajustes e frio no radar fazem cotações avançaram 5% em Nova York e Londres
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A previsão de uma massa de ar frio derrubando as temperaturas em áreas de café nos próximos dias favorecem altas nos preços no pregão desta terça-feira (6).
Por volta das 13h02 (horário de Brasília), o arábica com vencimento em setembro/24 tinha alta de 965 pontos, negociado por 235,45 cents/lbp, março/25 tinha valorização de 710 pontos, cotado por 230,20 cents/lbp, maio/25 tinha alta de 645 pontos, valendo 227,70 cents/lbp e julho/25 tinha valorização de 600 pontos, valendo 225,25 cents/lbp.
Em Londres, o robusta avançava mais de 5%. Setembro/24 tinha alta de US$ 177 por tonelada, negociado por US$ 4206, janeiro/25 tinha alta de US$ 153 por tonelada, cotado por US$ 4041, março/25 tinha valorização de US$ 143 por tonelada, cotado por US$ 3904 e maio/25 tinha alta de US$ 116 por tonelada, valendo US$ 3790.
Segundo Haroldo Bonfá, o mercado fica estressado com a possibilidade de frio, mas é preciso monitorar o avanço da massa. Além disso, o dia é marcado por uma correção nas cotações, já que a semana começou com o café perdendo mais de 2% nos terminais internacionais.
SAFRA
A colheita da safra de café do Brasil está se encaminhando para a reta final e os números de safra continuam chamando atenção do setor, apesar da pressão dos trabalhos do campo nos preços, as principais consultorias do país estão diminuindo suas estimativas.
As condições do tempo adversas durante o período de florada e as altas temperaturas do início do ano, justificam a queda no rendimento e a peneira abaixo da média nas principais áreas de produção. Antes do início da colheita, alguns especialistas afirmavam que a safra brasileira poderia se aproximar de 70 milhões de sacas, número que fica cada vez mais distante.
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