Em dia de volatilidade, café fecha com leve variação positiva em NY e negativa em Londres
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Após variar entre perdas e ganhos durante esta terça-feira (30), os principais contratos futuros do café encerraram o dia com números ligeiramente positivos na Bolsa de Nova York, sustentados pelo tempo seco no Brasil, e levemente negativos em Londres.
O árabica, na Bolsa de Nova York, fechou o dia com 0,4 ponto negativos no contrato setembro/24, que passou a valer 230,8 cents/lbp. O dezembro encerrou a terça-feira com 0,25 ponto de queda, cotado a 229,6 cents/lbp. O março/25 ganhou 0,15 ponto, subindo para 228,3 centes/lbp.
Na Bolsa de Londres, o contrato setembro/24 fechou com U$S 1 negativo, negociado a US$ 4.266/tonelada. O novembro fechou o dia a US$ 4.118/tonelada, queda de US$ 4, mesma redução registrada pelo janeiro/25, que encerrou a terça-feira a US$ 3.969/tonelada. O março/25 perdeu US$ 3 e passou a valer US$ 3.843/tonelada.
Segundo informações do Barchart, “preocupações com o tempo seco no Brasil estão apoiando os preços do café. A Somar Meteorologia relatou na segunda-feira que a região de Minas Gerais, no Brasil, não recebeu chuva na semana passada, contra a média histórica da semana de 5,1 mm”.
Em relação ao robusta, uma recuperação nos estoques de café da ICE de níveis historicamente baixos é negativa para os preços. “Os estoques de café robusta monitorados pela ICE subiram para uma alta de 1 ano na última quinta-feira de 6.521 lotes, acima da baixa recorde de 1.958 lotes registrada em fevereiro de 2024”, iformou o Barchart.
Mesmo assim, exportações menores de café do Vietnã, o maior produtor mundial de café robusta, são otimistas para os preços. “Os preços do café robusta são sustentados por temores de que a seca excessiva no Vietnã prejudique as plantações de café e reduza a futura produção global de robusta”.
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