Após suporte no robusta, arábica tem mais um dia de forte correção e volta a ser negociado abaixo de 200 cents/lbp
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A semana começou com mais um pregão de correção e liquidação para o mercado do café na Bolsa de Nova York (ICE Future US0). Com uma grande liquidação dos fundos, o arábica voltou a ser negociado abaixo de 200 cents/lbp. Em Londres, os negócios serão retomados amanhã e o terminal esteve fechado devido a um feriado na Inglaterra nesta segunda-feira (6).
Julho/24 teve queda de 555 pontos, negociado por 195,20 cents/lbp, setembro/24 teve baixa de 495 pontos, cotado por 194,15 cents/lbp, dezembro/24 teve queda de 455 pontos, valendo 192,85 cents/lbp e março/25 teve baixa de 455 pontos, cotado por 192,85 cents/lbp.
O mercado segue de olho nas previsões climáticas do Vietnã - maior produtor de robusta do mundo, e apesar do cenário mais confortável, ainda não é possível prever a próxima safra. De acordo com analistas ouvidos pelo Notícias Agrícolas, o dia foi marcado por uma grande realização de lucros.
"Os preços do café estão pressionados pelo transporte negativo da última sexta-feira, quando a Organização Internacional do Café (OIC) informou que as exportações globais de café de março aumentaram +8,1%, para 12,99 milhões de sacas, e as exportações globais de café de outubro a março aumentaram +10,4%", acrescenta a análise do site internacional Barchart.
No Brasil, o físico acompanhou e encerrou com desvalorização nas principais praças de comercialização do país.
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 2,68% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.090,00, Machado/MG teve queda de 3,115, valendo R$ 1.090,00, Varginha/MG teve baixa de 6,84%, cotado por R$ 1.090,00, Campos Gerais/MG teve baixa de 2,68%, valendo R$ 1.090,00 e Franca/SP teve queda de 2,65%, valendo R$ 1.100,00.
O tipo cereja descascado teve queda de 2,15% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.136,00, Varginha/MG teve baixa de 5,83%, valendo R$ 1.130,00 e Campos Gerais/MG registrou queda de 2,54%, valendo R$ 1.150,00.
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