Café acompanha dia de aversão e recua mais de mil pontos em Nova York
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O mercado futuro do café continua intensificando as baixas para os preços no pregão desta terça-feira (30) nos terminais de Londres e Nova York. Além da correção nos preços, após as altas das últimas semanas, o financeiro também pesa nas cotações. Além disso, o mercado monitora as condições do tempo no Brasil e no Vietnã. Na Ásia, o tempo seco e quente ainda preocupa, mas por aqui chance de chuva movimenta o mercado.
"As perdas no café aceleraram hoje, depois que as previsões meteorológicas atualizadas indicaram maiores chances de chuva no Brasil na próxima semana", afirma a análise do site internacional Barchart. Vale destacar, no entanto, que muitos produtores já deram início a safra e as chuvas poderiam atrapalhar o processo de pós-colheita.
Por volta das 14h07 (horário de Brasília), julho/24 tinha queda de 1265 pontos, negociado por 214,85 cents/lbp, setembro/24 recuava 1275 pontos, valendo 213,05 cents/lbp, dezembro/24 tinha baixa de 1265 pontos, valendo 211,35 cents/lbp e março/25 tinha queda de 1245 pontos, cotado por 210,90 cents/lbp.
Em Londres, julho/24 tinha queda de US$ 143 pontos, negociado por US$ 4021, setembro/24 tinha queda de US$ 148 por tonelada, valendo US$ 3940, novembro/24 tinha queda de US$ 145 por tonelada, valendo US$ 3851 e janeiro/25 tinha queda de US$ 148 por tonelada, cotado por US$ 3738.
Neste mesmo horário, o dólar registrava alta de 1,37% e era cotado por R$ 5,19 na venda. "Os mercados monetários esperam que o banco central dos EUA mantenha as taxas de juros no patamar atual de 5,25% a 5,50% ao fim de sua reunião de dois dias, na quarta-feira. Operadores precificam apenas cerca de 35 pontos-base de cortes nos juros pelo Fed este ano, abaixo dos cerca de 150 pontos estimados no início de 2024, de acordo com dados do LSEG", acrescenta a análise da Reuters.
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