Arábica e robusta voltam a operar no negativo, mas preocupação com oferta segue no radar
![]()
O mercado futuro do café arábica continua devolvendo parte dos ganhos da última semana na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Por volta das 09h10 (horário de Brasília), julho/24 tinha queda de 485 pontos, valendo 222,75 cents/lbp, setembro/24 tinha baixa de 480 pontos, valendo 220,95 cents/lbp, dezembro/24 tinha desvalorização de 520 pontos, cotado por 218,75 cents/lbp e março/25 tinha baixa de 515 pontos, valendo 218,10 cents/lbp.
Em Londres, o tipo robusta também abriu com ajustes nos preços e julho/24 tinha queda de US$ 18 por tonelada, negociado por US$ 4115, setembro/24 tinha baixa de US$ 23 por tonelada, cotado por US$ 4042, novembro/24 tinha queda de US$ 27 por tonelada, negociado por US$ 3932 e janeiro/25 tinha queda de US$ 45 por tonelada, valendo US$ 3786.
Apesar das baixas e das altas nos estoques certificados, o Escritório Carvalhaes afirma que os fundamentos seguem os mesmos e firmes para os preços. "Os fundamentos do mercado de café continuam os mesmos, e são positivos. Estoques baixos tanto nos países produtores como nos países consumidores, com seguidos problemas climáticos em todo o mundo, que devem continuar se sucedendo", afirma a última análise.
O mercado segue monitorando as condições climáticas no Vietnã e também os preparativos para o início da safra no Brasil. Com as baixas de hoje, a tendência é de um mercado mais retraído, mas o produtor segue atento e participou bem das negociações na última semana.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais