Café: Preocupações são mais fortes que correção e bolsas voltam a subir nesta 6ª feira
![]()
Acompanhando as demais commodities e com suporte nos próprios fundamentos, o mercado futuro do café arábica voltou a operar com valorização nos terminais de Nova York e Londres nesta sexta-feira (19).
Os traders permanecem atentos ao macrocenário e aos desdobramentos que o cenário geopolítico trazem para estes ativos, em especial frente ao comportamento do dólar.
De olho no tempo muito seco e quente do Vietnã, a Bolsa de Londres voltava a ganhar US$ 100 por tonelada. Julho/24 tinha valorização de US$ 99 por tonelada, cotado por US$ 4161, setembro/24 tinha alta de US$ 105 pontos, negociado por US$ 4080, novembro/24 registrava valorização de US$ 101 por tonelada, negociado por US$ 3985 e janeiro/25 tinha alta de US$ 107 por tonelada, cotado por US$ 3875.
Em Nova York, julho/24 tinha alta de 335 pontos, negociado por 234,35 cents/lbp, setembro/24 tinha valorização de 340 pontos, valendo 232,80 cents/lbp, dezembro/24 tinha valorização de 360 pontos, cotado por 231,15 cents/lbp e março/25 tinha alta de 400 pontos, valendo 230,85 cents/lbp.
“Os preços do café na quinta-feira inicialmente subiram, com o café arábica registrando um novo máximo em dois anos e o café robusta registrando um novo máximo histórico. Os preços do café subiram no último mês devido a preocupações com as colheitas no Brasil e no Vietnã”, comentou o Barchart.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais