Café: Robusta renova recorde e registra maiores preços de todos os tempos, arábica acompanha
![]()
Após uma semana intensa de preços explodindo nas bolsas internacionais, a sexta-feira (12) não foi diferente e os mercados de café - tanto na Bolsa de Nova York, para o arábica, quanto para o robusta em Londres - foi de novos ganhos. O movimento até perdeu um pouco de força ao longo do dia, porém, ambos fecharam a semana do lado positivo da tabela.
Para o arábica, os ganhos variaram pouco acima de 0,7% - depois de subir mais de 2% durante o pregão - e ficaram entre 310 e 420 pontos nas posições mais negociadas, levando o maio a 224,65 cents de dólar por libra-peso e o setembro a 219,30/lb. Em Londres, os preços subiram de 57 a 69 pontos, com o maio alcançando os US$ 3900,00 e o setembro, US$ 3768,00 por tonelada.
A comprometida oferta do robusta no Vietnã, maior produtor mundial da variedade, permanece no centro das atenções de todos os mercados. A nação asiática ainda sofre com uma seca bastante severa que pode agravar o déficit e comprometer mais ainda a safra que se inicia em outubro. Para este mercado, as cotações renovaram seu recorde e, no arábica, os indicativos marcaram suas máximas em sete meses e meio.
Além disso, segundo analistas internacionais, o reposicionamento dos fundos e a busca por posições no café também contribuem para a trajetória de alta que os futuros têm feito nos últimos dias.
Mais um ponto de atenção para as cotações se dá sobre o clima no Brasil e mais origens produtoras, com os impactos do El Niño ainda sendo contabilizados.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais