Café: NY tem apenas ajustes técnicos, enquanto Londres avança com oferta restrita
![]()
O mercado futuro do café arábica abriu as negociações desta sexta-feira (16) com baixas para os preços, indicando um dia de ajustes após a valorização no pregão anterior. O cenário global conturbado, cheio de incertezas, cria condições para toda essa instabilidade, para o forte sobe e desce nas cotações do café.
Leia mais:
+ Com alta de 50% nas importações, Alemanha ultrapassa Estados Unidos na compra de cafés do Brasil
Por volta das 09h19 (horário de Brasília), março/24 tinha queda de 65 pontos, negociado por 188,65 cents/lbp, maio/24 tinha baixa de 30 pontos, valendo 184,85 cents/lbp, julho/24 era negociado por 184,10 cents/lbp - sem variações e dezembro/24 tinha queda de 10 pontos, valendo 183,80 cents/lbp.
Já na Bolsa de Londres, a oferta mais restrita do conilon continua dando suporte de alta. Maio/24 tinha alta de US$ 24 por tonelada, negociado por US$ 3133, julho/24 tinha valorização de US$ 22 por tonelada, valendo US$ 3068, setembro/24 avançava US$ 21 por tonelada, cotado por US$ 3001.
" Como acontece todos os anos nos cafezais brasileiros entre o final de janeiro e o mês de fevereiro, os frutos, com seu amadurecimento avançando, começam a “aparecer mais” nos pés de café, dando a muitos observadores a impressão de que a produção brasileira deste ano será maior do que a anteriormente prevista. Essa impressão de safra maior, mais as informações de chuvas de verão caindo em maior quantidade, ajudaram a pressionar as cotações", destacou a última análise do Escritório Carvalhaes.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais