Café: Com dúvidas na oferta, arábica avança mais de 2% em Nova York
![]()
O mercado futuro do café arábica retomou as negociações com mais de 2% de alta no pregão desta terça-feira (16) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). A baixa oferta da Ásia continua dando suporte de valorização para os preços.
No Brasil, os produtores continuam monitorando as condições do tempo, ainda com preocupação com as altas temperaturas e a irregularidade das chuvas, também continuam participando do mercado a medida que precisam fazer caixa.
Por volta das 09h07 (horário de Brasília), março/24 tinha alta de 390 pontos, negociado por 183,90 cents/lbp, maio/24 tinha alta de 355 pontos, valendo 180,90 cents/lbp, julho/24 tinha valorização de 325 pontos, cotado por 180,70 cents/lbp e setembro/24 tinha alta de 330 pontos, negociado por 181,40 cents/lbp.
Em Londres, o tipo conilon abriu estendendo os ganhos. Março/24 tinha alta de US$ 62 por tonelada, negociado por US$ 3049, maio/24 tinha alta de US$ 47 por tonelada, valendo US$ 2909, julho/24 tinha valorização de US$ 39 por tonelada, negociado por US$ 2816 e setembro/24 tinha alta de US$ 35 por tonelada, cotado por US$ 2756.
Exportação
O Brasil exportou 39,247 milhões de sacas de 60 kg de café em 2023, volume praticamente estável (-0,4%) em relação aos 39,410 milhões aferidos em 2022. Em receita cambial, houve recuo de 13% no comparativo anual, com os embarques tendo rendido US$ 8,041 bilhões em todo o ano passado. Os dados fazem parte do relatório estatístico mensal do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais