Café: Nova York testa novas altas com suporte no clima e Londres tem ajustes após valorização
![]()
O mercado futuro do café arábica abriu as negociações desta quinta-feira (14) com leves altas para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Os negócios continuam com ritmo mais lento que o habitual, já que com a virada do ano fiscal o produtor também só fecha negócio a medida que precisa fazer caixa.
"A justificativa do mercado é justamente a preocupação com a oferta global deste tipo de café que está com demanda aquecida, mas que tem uma produção repleta de problemas nas principais origens. a grande preocupação do mercado consiste na produção global do produto que deve ter um déficit, consequência das mudanças climáticas", destaca a última análise do Escritório Carvalhaes.
Por volta das 09h13 (horário de Brasília), março/24 tinha alta de 35 pontos, negociado por 189 cents/lbp, maio/24 tinha valorização de 35 pontos, cotado por 185,65 cents/lbp, julho/24 avançava 35 pontos, valendo 185,60 cents/lbp e setembro/24 tinha alta de 30 pontos, cotado por 186,35 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o tipo conilon tem ajustes nos preços e recua após dois dias de valorização com suporte na preocupação com oferta global. Março/24 tinha queda de US$ 21 por tonelada, negociado por US$ 2748, maio/24 tinha queda de US$ 24 por tonelada, valendo US$ 2691, julho/24 tinha queda de US$ 23 por tonelada, negociado por US$ 2641 e setembro/24 tinha queda de US$ 23 por tonelada, valendo US$ 2591.
0 comentário
Café fecha junho com disparada nas bolsas internacionais e ganhos superiores a 8% nesta 3ª feira; atraso da colheita e preocupação com oferta
Chuvas travam colheita no Brasil e café dispara mais de 7% em Nova York nesta 3ª feira
Café tem forte alta nesta 3ª e mercado volta a monitorar atuação dos fundos
Café fecha a 2ª feira com desempenho misto nas bolsas
Cooperativa do Cerrado de MG aponta atraso na colheita de café e preocupação com qualidade
Café abre a semana em baixa com colheita avançando onde o tempo firma, mas excesso de chuvas ainda preocupa