Café: Observando clima, mercado tenta avançar nesta 2ª feira em Nova York
![]()
Depois de abrir o dia com ajustes nos preços, o mercado futuro do café arábica voltou a operar no positivo no pregão desta segunda-feira (11) na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
O mercado futuro do café arábica continua monitorando as condições do tempo no Brasil. Os modelos meteorológicos não indicam condição para chuvas expressivas nos próximos dias, além de temperaturas acima da média - o que aumenta a preocupação do produtor. Além disso, continua no radar a baixa dos estoques certificados na ICE.
Por volta das 12h08 (horário de Brasília), março/24 tinha alta de 155 pontos, negociado por 178,75 cents/lbp, maio/24 tinha alta de 120 pontos, valendo 176,70 cents/lbp, julho/24 tinha alta de 95 pontos, cotado por 177,10 cents/lbp e setembro/24 tinha valorização de 85 pontos, valendo 178,10 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o tipo conilon também opera com valorização. Março/24 tinha alta de US$ 27 por tonelada, negociado por US$ 2553, maio/24 tinha alta de US$ 30 por tonelada, cotado por US$ 2517, julho/24 registrava alta de US$ 35 por tonelada, negociado por US$ 2492 e setembro/24 tinha alta de US$ 31 por tonelada, cotado por US$ 2458.
No financeiro, o dólar registrava alta de 0,29%, negociado por R$ 4,94 na venda. "O dólar subia frente ao real nesta segunda-feira, início de uma semana que será marcada por novos dados de inflação nos Estados Unidos e pelas decisões de política monetária do Federal Reserve e do Banco Central do Brasil", destacou a análise da agência Reuters.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais