Café: Após despencada na sessão anterior, futuros do arábica sobem forte
![]()
A intensa volatilidade continua no mercado do café e os futuros do arábica voltam a subir forte na Bolsa de Nova York, depois da despencada de mais de 4% na sessão anterior. Assim, por volta de 9h50 (horário de Brasília), desta quinta-feira (2), as cotações registravam ganhos de mais de 2% entre as posições mais negociadas. O dezembro tinha 164,25 cents de dólar por libra-peso, enquanto o março tinha 162,55 cents/lp.
Os traders estão bastante focados no clima no Brasil e em como serão os impactos sobre a safra 2024. Enquanto o excesso de chuvas que vem sendo registrado em regiões importantes de produção, como Minas Gerais, ao mesmo tempo em que acompanham as previsões indicando precipitações mais moderadas nos próximos dias.
As previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também indicam a condição de chuva em áreas de café nos próximos dias, com destaque para o maior estado produtor, Minas Gerais, que deve receber os volumes mais significativos de chuva.
Além disso, o mercado monitora também os baixos estoques certificados, o que ajuda na sustentação das cotações. "Os estoques de café arábica monitorados pelo ICE caíram na quarta-feira para o menor nível em 24 anos, de 380.033 sacas. Enquanto isso, os estoques de café robusta monitorados pelo ICE estavam hoje em 3.912 lotes, um pouco acima do mínimo recorde de 3.374 lotes registrado em 31 de agosto", traz análise internacional Barchart.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais