Café estende ganhos e chega a 168 cents/lbp em Nova York
![]()
O mercado futuro do café arábica continua operando com valorização para os principais contratos no pregão desta terça-feira (24) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O café arábica continua com suporte na queda dos estoques certificados e também na restrição de vendas dos produtores do Brasil. Mesmo com a recuperação dos últimos dias, o cafeicultor ainda aguarda por novos patamares de preços.
Por volta das 12h09 (horário de Brasília), dezembro/23 tinha alta de 235 pontos, negociado por 168,25 cents/lbp, março/24 tinha alta de 205 pontos, valendo 166,90 cents/lbp, maio/24 tinha alta de 200 pontos, valendo 167,30 cents/lbp e julho/24 tinha valorização de 210 pontos, cotado por 167,95 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o tipo conilon continua operando com desvalorização. Janeiro/24 tinha queda de US$ 25 por tonelada, negociado por US$ 2501, março/24 tinha baixa de US$ 14 por tonelada, valendo US$ 2444, maio/24 tinha baixa de US$ 8 por tonelada, cotado por US$ 2422 e julho/24 tinha baixa de US$ 1 por tonelada, negociado por US$ 2405.
No financeiro, o dólar registrava queda de 0,42% e era negociado por R$ 5,00 na venda. "O dólar tinha pouca alteração frente ao real nesta terça-feira, uma vez que investidores encontravam algum conforto nos esforços globais para conter o conflito entre Israel e Hamas, enquanto aguardavam dados norte-americanos antes da decisão de política monetária do Federal Reserve da próxima semana", acrescenta a Reuters.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais