Onda de calor no Brasil dá novo suporte de valorização para o café em Nova York
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O mercado futuro do café arábica encerrou as negociações desta terça-feira (19) com valorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Dezembro/23 teve3 alta de 135 pontos, negociado por 160,95 cents/lbp, março/24 teve valorização de 150 pontos, valendo 162,05 cents/lbp, maio/24 teve alta de 165 pontos, negociado por 163,05 cents/lbp e julho/24 teve valorização de 185 pontos, valendo 163,80 cents/lbp.
O mercado continua com suporte nas preocupações com as condições do tempo no Brasil. As altas temperaturas previstas para os próximos dias trazem certa preocupação para a safra do ano que vem, além do retorno das chuvas que ainda aparece com bastante incerteza nos mapas.
No campo, o produtor continua fechando negócio a medida que precisa fazer caixa e o ritmo do mercado ainda é lento quando comparado com os últimos anos.
Na Bolsa de Londres, no sentido oposto, o conilon encerrou o dia com desvalorização. Novembro/23 teve queda de US$ 26 por tonelada, negociado por US$ 2540, janeiro/24 teve baixa de US$ 13 por tonelada, valendo US$ 2430, março/24 registrou queda de US$ 4 por tonelada, cotado por US$ 2377 e maio/24 teve queda de US$ 4 por tonelada, valendo US$ 2351.
No Brasil, o mercado físico encerrou apenas com variações técnicas em algumas das principais praças de comercialização do país.
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve alta de 1,22% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 830,00, Machado/MG teve alta de 0,58%, valendo R$ 865,00, Varginha/MG teve alta de 1,15%, cotado por R$ 880,00 e Franca/SP teve alta de 2,35%, valendo R$ 870,00.
O tipo cereja descascado teve alta de 1,13% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 895,00, Varginha/MG teve valorização de 1,09%, cotado por R$ 930,00 e Campos Gerais/MG registrou alta de 0,54%, valendo R$ 929,00.
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