Sem NY, Londres e físico têm dia de estabilidade para o café
![]()
Sem a referência de Nova York, a Bolsa de Londres encerrou o primeiro pregão da semana com estabilidade para o café conilon. O mercado futuro do café continua monitorando as condições do parque cafeeiro no Brasil, com El Niño no radar e com as atenções voltadas para a florada. Do lado do produtor, os negócios continuam mais lentos, ainda esperando por uma recuperação mais expressiva nos preços.
Novembro/23 teve alta de US$ 1 por tonelada, negociado por US$ 2483, janeiro/24 teve valorização de US$ 8 por tonelada, valendo US$ 2391, março/24 teve alta de US$ 6 por tonelada, negociado por US$ 2334 e maio/24 teve alta de US$ 7 por tonelada, valendo US$ 2313.
No Brasil, o dia também foi marcado pela estabilidade nas principais praças de comercialização do país.
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 1,76% em Machado/MG, negociado por 835,00, Guaxupé/MG manteve a estabilidade por R$ 810,00, Poços de Caldas/MG manteve por R$ 830,00, Patrocínio/MG manteve por R$ 820,00 e Franca/SP por R$ 840,00.
O tipo cereja descascado manteve a estabilidade por R$ 883,00 em Guaxupé/MG, Poços de Caldas/MG manteve por R$ 870,00, Patrocínio/MG manteve por R$ 860,00, Varginha/MG manteve por R$ 880,00 e Campos Gerais/MG por R$ 908,00.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais