Com pressão da safra brasileira, arábica e conilon abrem semana com desvalorização
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O mercado futuro do café arábica abriu as negociações desta segunda-feira (14) com desvalorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Operadores continuam acompanhando a reta final da colheita no Brasil, em um momento em que os produtores continuam retraídos e quase não fecham negócios. Além disso, os modelos meteorológicos continuam indicando boas condições para os trabalhos no campo, o que ajuda a pressionar as cotações.
Por volta das 09h24 (horário de Brasília), dezembro/23 tinha queda de 230 pontos, negociado por 155,40 cents/lbp, março/24 tinha queda de 225 pontos, cotado por 156,55 cents/lbp, maio/24 tinha queda de 205 pontos, valendo 157,80 cents/lbp e julho/24 tinha baixa de 195 pontos, cotado por 158,45 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o tipo conilon também abriu com desvalorização. Novembro/23 tinha queda de US$ 34 por tonelada, valendo US$ 2484, janeiro/24 tinha queda de US$ 44 por tonelada, negociado por US$ 2420, março/24 tinha queda de US$ 43 por tonelada, valendo US$ 2387 e naui/24 tinha queda de US$ 5 por tonelada, cotado por US$ 2414.
No financeiro, o dólar abriu o dia com valorização. Por volta das 09h34 (horário de Brasília), registrava alta de 0,53% e era negociado por R$ 4,93 na venda. "O dólar à vista iniciou a segunda-feira em leve alta ante o real, em sintonia com o viés predominantemente positivo da moeda norte-americana no exterior e com investidores ponderando os dados do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgados na abertura dos negócios", acrescente a agência Reuters.
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