Café: Produtor ainda vende pouco, mas Nova York abre com desvalorização nesta 3ª feira
![]()
O mercado futuro do café arábica voltou a operar com desvalorização para os principais contratos no pregão desta terça-feira (8) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Os preços têm ajustes depois de avançar no último pregão, ainda com suporte na oferta restrita e na resistência do produtor em vender.
"Com NY e o dólar em alta, os compradores no mercado físico brasileiro melhoraram as bases de preços. Mesmo assim, o número de negócios fechados continuou pequeno para esta época de entrada de nova safra", afirma a última análise do Escritório Carvalhaes.
Por volta das 08h55 (horário de Brasília), setembro/23 tinha queda de 230 pontos, negociado por 161,65 cents/lbp, dezembro/23 tinha baixa de 215 pontos, cotado por 161,30 cents/lbp, março/24 tinha queda de 215 pontos, valendo 162,45 cents/lbp e maio/24 tinha baixa de 205 pontos, valendo 163,25 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o tipo conilon também abriu no negativo. Setembro/23 tinha queda de US$ 21 por tonelada, valendo US$ 2661, novembro/23 tinha queda de US$ 21 por tonelada, cotado por US$ 2533, janeiro/24 tinha queda de US$ 15 por tonelada, valendo US$ 2462 e março/24 tinha queda de US$ 12 por tonelada, cotado por US$ 2421.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais