Café estende baixas com pressão da colheita e volta a ser negociado abaixo de 160 cents/lbp
![]()
O mercado futuro do café arábica abriu mais uma sessão com desvalorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Desde o último pregão as cotações são pressionadas pelas boas condições do tempo para a colheita no Brasil.
O produtor pode continuar vendo os preços pressionados nos próximos dias já que os modelos meteorológicos continuam prevendo tempo seco e também não há indicativo de frio no curto prazo nas áreas de café nos próximos dias. Em contrapartida, analistas afirmam que uma exportação com volume baixo por parte do Brasil no mês poderia dar novo suporte de alta aos preços.
"Os produtores continuaram retraídos e poucos negócios foram fechados. O volume de negócios continua pequeno para esta época de início de ano safra", voltou a destacar a análise do Escritório Carvalhaes.
Por volta das 09h46 (horário de Brasília), setembro/23 tinha queda de 250 pontos, negociado por 159,40 cents/lbp, dezembro/23 tinha queda de 250 pontos, valendo 159,70 cents/lbp, março/24 tinha queda de 225 pontos, cotado por 161,15 cents/lbp e maio/24 tinha baixa de 240 pontos, cotado por 162,10 cents/lbp.
Em Londres, o tipo conilon também opera no negativo. Setembro/23 tinha queda de US$ 29 por tonelada, negociado por US$ 2598, novembro/23 tinha baixa de US$ 14 por tonelada, cotado por US$ 2450, janeiro/24 tinha queda de US$ 11 por tonelada, negociado por US$ 2384 e março/24 tinha baixa de US$ 13 por tonelada, valendo US$ 2356.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais