Café tem dia de estabilidade, monitorando as condições de colheita e avaliando oferta do Brasil
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O mercado futuro do café arábica encerrou as negociações desta quinta-feira (13) com valorização técnica para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Apesar da colheita avançando no Brasil, o mercado teve um dia de poucas variações e de suporte com a queda nas exportações do Brasil, reportada nesta semana pelo Cecafé. O país embarcou 10% a menos no Ano-Safra 2022/23, resposta das condições climáticas adversas impactando a produção de arábica.
Já o produtor de conilon viu o mercado no sentido contrário, já que as exportações do Brasil deste tipo de café avançou pela primeira vez nos últimos dois anos.
Setembro/23 teve alta de 60 pontos, negociado por 157,60 cents/lbp, dezembro/23 teve valorização de 60 pontos, cotado por 157,05 cents/lbp, março/24 teve alta de 50 pontos, valendo 157,60 cents/lbp e maio/24 teve alta de 50 pontos, cotado por 158,65 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o tipo conilon teve um dia de desvalorização. Setembro/23 teve queda de US$ 9 por tonelada, negociado por US$ 2525, novembro/23 foi negociado pro US$ 2400 - sem variações, janeiro/24 teve queda de US$ 1 por tonelada, valendo US$ 2335 e março/24 teve baixa de US$ 2 por tonelada, cotado por US$ 2300.
No Brasil, o mercado físico acompanhou e encerrou com ajustes nas principais praças de comercialização do país.
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve alta de 1,23% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 820,00, Poços de Caldas/MG teve queda de 1,23%, negociado por R$ 806,00, Campos Gerais/MG teve alta de 0,59%, valendo R$ 846,00 e Franca/SP manteve a estabilidade por R$ 840,00.
O tipo cereja descascado teve alta de 1,13% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 895,00, Poços de Caldas/MG teve queda de 1,17%, valendo R$ 846,00 e Campos Gerais/MG teve queda de 0,55%, valendo R$ 906,00.
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