Pressão brasileira: Arábica tem mais um dia de desvalorização em Nova York
![]()
O mercado futuro do café arábica encerrou as negociações desta terça-feira (11) com desvalorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Setembro/23 teve baixa de 230 pontos, negociado por 157,55 cents/lbp, dezembro/23 teve queda de 230 pontos, valendo 157 cents/lbp, março/24 teve desvalorização de 230 pontos, negociado por 157,60 cents/lbp e maio/23 teve queda de 235 pontos, valendo 158,70 cents/lbp.
Em Londres, o tipo conilon teve um dia de ajustes nos preços. Setembro/23 tinha queda de US$ 6 por tonelada, negociado por US$ 2570, novembro/23 registrou queda de US$ 14 por tonelada, valendo US$ 2422, janeiro/24 teve baixa de US$ 16 por tonelada, cotado por US$ 2354 e março/24 teve desvalorização de US$ 21 por tonelada, negociado por US$ 2313.
O mercado do café continua pressionado pelo avanço da safra brasileira. As condições do tempo seguem favoráveis para a colheita, além de favorecerem a qualidade da bebida. As principais regiões produtoras do país já têm ritmo acelerado na safra 23.
"A Somar Meteorologia informou na segunda-feira que a região de Minas Gerais, no Brasil, recebeu 0,1 mm de chuva na semana anterior, apenas 2% da média histórica", complementa a análise do site internacional Barchart.
No Brasil, o físico acompanhou e também teve um dia de desvalorização nas principais praças de comercialização do país.
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve baixa de 2,38% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 820,00, Poços de Caldas/MG teve queda de 1,20%, negociado por R$ 826,00, Machado/MG teve queda de 1,19%, valendo R$ 830,00, Varginha/MG teve baixa de 3,45%, cotado por R$ 840,00, Campos Gerais/MG teve desvalorização de 1,74%, valendo R$ 846,00.
O tipo cereja descascado teve queda de 2,72% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 895,00, Poços de Caldas/MG teve baixa de 1,14%, cotado por R$ 866,00, Varginha/MG teve queda de 2,17%, negociado por R$ 900,00 e Campos Gerais/MG teve queda de 1,63%, valendo R$ 906,00.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais