Londres tem dia de ajustes e realização para o conilon, mas NY tem estabilidade no arábica
![]()
Depois de avançar de forma expressiva com suporte na oferta restrita da Ásia na última semana, a Bolsa de Londres opera com desvalorização para os preços no pregão desta segunda-feira (10) para o conilon. O mercado tem preoucpação com as condições climáticas que podem diminuir a oferta no Vietnã e também na Indonésia, conforme já informado pelos governos dos dois países produtores de robusta.
Por volta das 12h27 (horário de Brasília), setembro/23 tinha queda de US$ 43 por tonelada, negociado por US$ 2578, novembro/23 tinha baixa de US$ 33 por tonelada, cotado por US$ 2442, janeiro/24 tinha baixa de US$ 28 por tonelada, negociado por US$ 2374 e março/24 tinha queda de US$ 27 por tonelada, negociado por US$ 2334.
Na Bolsa de Nova York, o café arábica opera com ajustes para os preços, monitorando os trabalhos de colheita no Brasil.
Setembro/23 tinha alta de 10 pontos, valendo 160,95 cents/lbp, dezembro/23 tinha alta de 35 pontos, cotado por 160,40 cents/lbp, março/24 tinha alta de 25 pontos, negociado por 160,95 cents/lbp e maio/24 tinha valorização de 40 pontos, cotado por 162,25 cents/lbp.
No financeiro, o dólar registrava alta de 0,27% e era negociado por R$ 4,88 na venda. "O dólar tinha pouca alteração frente ao real nesta segunda-feira, com o mercado digerindo dados de inflação fracos da China e aguardando falas de dirigentes do Federal Reserve e dados de preços ao consumidor dos Estados Unidos mais tarde nesta semana", acrescenta a agência Reuters.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais