Arábica tem pressão da colheita e conilon avança com suporte com restrição da Ásia
![]()
O mercado futuro do café arábica voltou a operar com desvalorização para os principais contratos na manhã desta sexta-feira (7) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). A colheita da safra brasileira continua pesando nos preços e o produtor segue participando dos negócios a medida que precisa fazer caixa.
Por volta das 09h12 (horário de Brasília), setembro/23 tinha queda de 230 pontos, negociado por 158,10 cents/lbp, dezembro/23 tinha baixa de 220 pontos, valendo 157,45 cents/lbp, março/24 tinha queda de 215 pontos, cotado por 158,10 cents/lbp e maio/24 tinha queda de 205 pontos, cotado por 159,50 cents/lbp.
Já em Londres, o tipo conilon avança com suporte na preocupação com a oferta limitada da Ásia. As condições climáticas afetam a produção do Vietnã e principalmente da Indonésia, com excesso de chuva, e até a entrada da safra vietnamita em novembro, a tendência é de suporte nos preços.
Setembro/23 tinha alta de US$ 36 por tonelada, negociado por US$ 2546, novembro/23 tinha alta de US$ 21 por tonelada, cotado por US$ 2427, janeiro/24 tinha alta de US$ 21 por tonelada, negociado por US$ 2366 e março/24 tinha alta de US$ 28 por tonelada, cotado por US$ 2340.
1 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais
JOSE LUIZ PELOSO RABELO CAMPOS GEARIS - MG
quantidade de cafe chegando nas cooperativa e pouco, produtores reclamando de graos pequenos e rendimento fraco , safra frustada preço ruim pouco cafe, viva o produtor brasileiro ?