Café: Números da safra brasileira pesam e 4ª feira é marcada por novas baixas
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O mercado futuro do café arábica encerrou as negociações desta quarta-feira (5) com desvalorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Setembro/23 teve alta de 160 pontos, negociado por 158,90 cents/lbp, dezembro/23 teve valorização de 155 pontos, cotado por 158,15 cents/lbp, março/24 tinha queda de 165 pontos, valendo 158,65 cents/lbp e maio/24 tinha baixa de 175 pontos, cotado por 159,85 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o tipo conilon também teve um dia de baixas. Setembro/23 teve queda de US$ 15 por tonelada, valendo US$ 2512, novembro/23 teve queda de US$ 17 por tonelada, cotado por US$ 2414, janeiro/24 teve baixa de US$ 16 por tonelada, valendo US$ 2353 e março/24 teve desvalorização de US$ 15 por tonelada, cotado por US$ 2319.
A retomada dos negócios foi com pressão para os preços com a safra andando no Brasil, confirmando as tendências apontadas anteriormente pelos analistas.
A colheita da safra de café na área da Cooxupé ultrapassou os 30% com os trabalhos ganhando ritmo na última semana. Os dados fazem parte do relatório de colheita divulgado semanalmente pela cooperativa.
"A Somar Meteorologia informou na segunda-feira que a região de Minas Gerais, no Brasil, recebeu +0,1 mm de chuva na semana anterior, apenas 5% da média histórica", acrescenta análise do site internacional Barchart.
No Brasil, o físico acompanhou e encerrou com desvalorização nas principais praças de comercialização do país.
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 0,60% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 835,00, Varginha/MG teve queda de 2,33%, negociado por R$ 840,00, Campos Gerais/MG teve baixa de 0,80%, valendo R$ 866,00 e Franca/SP teve desvalorização de 2,30%, cotado por R$ 850,00.
O tipo cereja descascado teve queda de 0,55% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 910,00, Varginha/MG teve queda de 2,17%, cotado por R$ 900,00 e Campos Gerais/MG teve baixa de 0,75%, negociado por R$ 926,00.
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