Confirmando tendência de pressão com colheita, arábica volta a operar no negativo
![]()
O mercado futuro do café arábica voltou a operar com desvalorização para os principais contratos no pregão desta quarta-feira (5) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). A colheita no Brasil e os números da Cooxupé voltam a dar suporte de pressão aos preços. A tendência é que os trabalhos ganhem ainda mais ritmo nos próximos dias e também não há previsão de frio intenso nas áreas de café, o que pressiona as cotações.
Por volta das 12h51 (horário de Brasília), setembro/23 tinha queda de 145 pontos, valendo 159,05 cents/lbp, dezembro/23 tinha queda de 140 pontos, valendo 158,30 cents/lbp, março/24 tinha baixa de 150 pontos, cotado por 158,80 cents/lbp e maio/24 tinha baixa de 175 pontos, valendo 159,85 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também opera com desvalorização. Setembro/23 tinha queda de US$ 13 por tonelada, valendo US$ 2514, novembro/23 tinha queda de US$ 11 por tonelada, cotado por US$ 2420, janeiro/24 tinha baixa de US$ 11 por tonelada, negociado por US$ 2358.
A colheita da safra de café na área da Cooxupé ultrapassou os 30% com os trabalhos ganhando ritmo na última semana. Os dados fazem parte do relatório de colheita divulgado semanalmente pela cooperativa.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais