Com seca se estabelecendo nas áreas de café, colheita pode avançar e pressiona mercado
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O avanço da colheita da safra brasileira e as boas condições do tempo para os próximos dias pressionam as cotações de café no mercado futuro na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Segundo Haroldo Bonfá, analista da Pharos Consultoria, o dia está sendo marcado também por realização nos preços. "O mercado também aproveiuta que terá uma leve estiagem em São Paulo e Minas Gerais, e com isso aumentar a velocidade da colheita do arábica", comenta.
Por volta das 12h28 (horário de Brasília), julho/23 tinha queda de 515 pontos, negociado por 176,45 cents/lbp, setembro/23 tinha baixa de 515 pontos, valendo 174,40 cents/lbp, dezembro/23 tinha desvalorização de 520 pontos, cotado por 172,45 cents/lbp e março/24 tinha baixa de 515 pontos, valendo 172,35 cents/lbp e maio/24 tinha desvalorização de 520 pontos, negociado por 172,80 cents/lbp.
Em Londres, o conilon também voltou a operar com desvalorização. Julho/23 tinha queda de US$ 19 por tonelada, negociado por US$ 2555, setembro/23 tinha baixa de US$ 11 por tonelada, negociado por US$ 2517, novembro/23 tinha baixa de US$ 8 por tonelada, valendo US$ 2461 e janeiro/23 tinha baixa de US$ 12 por tonelada, negociado por US$ 2409.
No financeiro, o dólar registrava alta de 0,85%, negociado por R$ 5,06 na venda. "O dólar recuava ligeiramente frente ao real nos primeiros negócios desta terça-feira, com o mercado ainda repercutindo um acordo para elevar o teto da dívida dos Estados Unidos, embora persistam dúvidas sobre a tramitação do texto no Congresso norte-americano", destaca a agência de notícias Reuters.
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