Café: Com pressão do Brasil, arábica volta a operar com desvalorização em NY
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Com a pressão da colheita avançando no Brasil, o mercado futuro do café arábica abriu as negociações desta quinta-feira (25) com novas baixas na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Com a colheita avançando no Brasil e neste período de entressafra, os negócios estão mais travados e as cotações pressionadas no mercado internacional, apesar da preocupação com as baixas nos estoques certificados. A partir de agora, o avanço de uma massa de ar frio poderia movimentar os preços, segundo analistas.
Por volta das 08h46 (horário de Brasília), julho/23 tinha queda de 185,90 cents/lbp, setembro/23 tinha queda de 210 pontos, valendo 183,65 cents/lbp, dezembro/23 tinha baixa de 200 pontos, negociado por 181,90 e março/24 tinha queda de 255 pontos, valendo 181,15 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon tinha queda de US$ 9 por tonelada, valendo US$ 2564, setembro/23 tinha queda de US$ 9 por tonelada, cotado por US$ 2521, novembro/23 tinha queda de US$ 13 por tonelada, negociado por US$ 2471 e janeiro/24 tinha desvalorização de US$ 17 por tonelada, valendo US$ 2429.
Mercado Interno - Última Sessão
No Brasil, o dia foi marcado por estabilidade nas principais praças de comercialização do país.
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 0,97% em Poços de Caldas/MG, negociado por R$ 1.020,00, Campos Gerais/MG teve queda de 0,37%, negociado por R$ 1.063,00 e Guaxupé/MG manteve a estabilidade por R$ 1.040,00.
O tipo cereja descascado teve queda de 0,93% em Poços de Caldas/MG, negociado por R$ 1.070,00, Campos Gerais/MG teve queda de 0,35%, valendo R$ 1.123,00
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