Café tem novo dia de realização de lucros após abrir a semana com valorização
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O produtor de café segue vivenciando um mercado de muita instabilidade para os preços. Após a valorização na última sessão, o mercado futuro abriu a terça-feira (25) com queda nos terminais de Nova York e Londres.
Com o avanço da colheita no Brasil, os impasses econômicos globais e as incertezas em relação a oferta, justificam a intensa variação nos preços. O produtor precisa ficar atento para não perder as oportunidades que podem surgir nos dias de alta.
Por volta das 09h05 (horário de Brasília), julho/23 tinha queda de 460 pontos, negociado por 188,85 cents/lbp, setembro/23 tinha baixa de 460 pontos, valendo 186,05 cents/lbp, dezembro/23 tinha baixa de 465 pontos, cotado por 183,50 cents/lbp e março/24 tinha queda de 460 pontos, valendo 183,15 cents/lbp.
Em Londres, o conilon abriu com baixas de US$ 26 por tonelada no contrato julho/23, negociado por US$ 2418, setembro/23 tinha queda de US$ 23 por tonelada, negociado por US$ 2390, novembro/23 tinha baixa de US$ 19 por tonelada, valendo US$ 2355 e janeiro/24 tinha queda de US$ 22 por tonelada, valendo US$ 2326.
Mercado Interno - Última sessão
No Brasil, o dia foi marcado por poucas variações nas principais praças de comercialização do país.
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve alta de 0,43% em Poços de Caldas/MG, negociado por R$ 1.155,00, Machado/MG teve queda de 0,44%, valendo R$ 1.125,00 e Guaxupé/MG manteve a negociação por R$ 1.120,00.
O tipo cereja descascado teve variação apenas em Poços de Caldas/MG, alta de 0,40%, valendo R$ 1.255,00. Guaxupé/MG manteve a negociação por R$ 1.195,00 e Patrocínio/MG por R$ 1.160,00.
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