Após altas expressivas, café retoma negociação com ajustes técnicos para os preços
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O mercado futuro do café arábica abriu as negociações desta quarta-feira (12) devolvendo parte dos ganhos para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O café opera com ajustes depois de avançar mais de 4%, com suporte na preocupação com a oferta global do produto. Além disso, no financeiro, o dólar também deu suporte aos preços.
Além do Brasil, outras origens produtoras também enfrentam reflexos das condições climáticas adversas, o que aumenta a preocupação com o abastecimento global. Os dados da Organização Internacional do Café (OIC), indicando queda nas exportações entre outubro/22 e fevereiro/23 também ajudam a dar suporte nos preços.
Por volta das 09h07 (horário de Brasília), maio/23 tinha queda de 105 pontos, negociado por 189,45 cents/lbp, julho/23 tinha baixa de 100 pontos, valendo 187,45 cents/lbp, setembro/23 tinha queda de 70 pontos, valendo 185,50 cents/lbp e dezembro/23 tinha baixa de 85 pontos, valendo 183,20 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também abriu com ajustes nos preços. Maio/23 tinha queda de US$ 7 por tonelada, negociado por US$ 2396, julho/23 tinha baixa de US$ 11 por tonelada, negociado por US$ 2312, setembro/23 tinha baixa de US$ 11 por tonelada, valendo US$ 2272 e novembro/23 tinha queda de US$ 15 por tonelada, valendo US$ 2224.
Mercado Interno - Última sessão
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve alta de 1,85% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.100,00, Poços de Caldas/MG teve alta de 1,80%, cotado por R$ 1.130,00, Machado/MG teve alta de 3,70%, cotado por R$ 1.120,00, Varginha/MG avançou 2,63%, cotado por R$ 1.170,00 e Campos Gerais/MG avançou 2,64%, valendo R$ 1.167,00.
O tipo cereja descascado teve alta de 1,73% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.175,00, Poços de Caldas/MG teve alta de 1,65%, valendo R$ 1.230,00, Varginha/MG teve alta de 1,67%, negociado por R$ 1.220,00 e Campos Gerais/MG teve alta de 2,51%, negociado por R$ 1.227,00.
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