Café tem manhã de quedas técnicas, mas monitora volume dos estoques e lavouras no BR
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O mercado futuro do café arábica voltou a operar no negativo na manhã desta terça-feira (4) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O café teve ontem um dia de valorização expressiva diante da preocupação com os estoques certificados e a oferta do Brasil.
Por volta das 08h54 (horário de Brasília), maio/23 tinha queda de 55 pontos, negociado por 175,70, julho/23 tinha queda de 95 pontos, valendo 174,30 cents/lbp, setembro/23 tinha baixa de 120 pontos, valendo 172,85 cents/lbp e dezembro/23 tinha queda de 100 pontos, cotado por 171,80 cents/lbp.
"Nos fundamentos as notícias continuam as mesmas: Enquanto todos os números que chegam ao mercado apontam para uma produção mundial abaixo do consumo global, estoques pequenos e em queda, com o consumo mundial em alta", destacou a última análise do Escritório Carvalhaes.
Na Bolsa de Londres, o conilon abriu com estabilidade. Maio/23 tinha queda de US$ 2 por tonelada, negociado por US$ 2227, julho/23 tinha alta de US$ 2 por tonelada, cotado por US$ 2197, setembro/23 era negociado por US$ 2158 sem variações e novembro/23 tinha alta de US$ 5 por tonelada, cotado por US$ 2127.
Mercado Interno - Última sessão
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve alta de 3,88% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.070,00, Poços de Caldas/MG teve alta de 1,42%, negociado por R$ 1.070,00, Machado/MG teve valorização de 4,41%, valendo R$ 1.065,00, Varginha/MG teve alta de 2,88%, cotado por R$ 1.070,00, Campos Gerais/MG teve alta de 2,80%, valendo R$ 1.102,00 e Franca/SP teve alta de 0,91%, valendo R$ 1.110,00.
O tipo cereja descascado teve alta de 3,62% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.145,00, Poços de Caldas/MG teve alta de 1,30%, negociado por R$ 1.170,00, Varginha/MG teve alta de 1,80%, valendo R$ 1.130,00 e Campos Gerais/MG teve alta de 2,65%, valendo R$ 1.162,00.
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