Condições climáticas ainda pesam e arábica segue operando no negativo
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O mercado futuro do café arábica continua operando com desvalorização no pregão desta terça-feira (28) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O café continua sentindo a pressão do tempo no Brasil. A medida que a colheita se aproxima, as condições climáticas são ideais para a reta final do desenvolvimento da safra. Do outro lado, o produtor segue participando pouco do mercado, enquanto a ponta compradora também não tem pressa em fechar negócio.
Por volta das 12h17 (horário de Brasília), maio/23 tinha queda de 185 pontos, negociado por 175,05 cents/lbp, julho/23 tinha queda de 185 pontos, valendo 174,30 cents/lbp, setembro/23 tinha desvalorização de 175 pontos, cotado por 172,80 cents/lbp e dezembro/23 tinha baixa de 175 pontos, valendo 171,15 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o conilon, que abriu com valorização, voltou a cair nesta terça. Maio/23 tinha baixa de US$ 11 por tonelada, negociado por US$ 2203, julho/23 tinha queda de US$ 10 por tonelada, negociado por US$ 2156, setembro/23 tinha baixa de US$ 11 por tonelada, negociado por US$ 2109 e novembro/23 tinha desvalorização de US$ 7 por tonelada, negociado por US$ 2066.
No financeiro, por volta das 12h35 (horário de Brasília), o dólar registrava queda de 0,68% e era negociado por R$ 5,17 na venda. "O dólar caía frente ao real nesta terça-feira, depois que a ata da última reunião de política monetária do Banco Central mostrou tanto o comprometimento da autarquia com o controle da inflação quanto alguns acenos aos esforços do governo para melhorar a credibilidade fiscal do país", destacou a agência de notícias Reuters.
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