Arábica estende baixas com tempo seco no BR, mas conilon sobe com preocupação na oferta
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O mercado futuro do café arábica abriu as negociações desta terça-feira (28) estendendo as baixas para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O tempo mais seco no Brasil tem pesado nas cotações a medida que a colheita se aproxima. Do outro lado, o produtor segue participando pouco do mercado.
Por volta das 08h55 (horário de Brasília), maio/23 tinha queda de 155 pontos, negociado por 175,35 cents/lbp, julho/23 tinha queda de 175 pontos, valendo 174,40 cents/lbp, setembro/23 tinha baixa de 175 pontos, negociado por 172,80 cents/lbp e dezembro/23 tinha desvalorização de 155 pontos, valendo 171,35 cents/lbp.
Em Londres, o conilon tem suporte na preocupação com a oferta da Indonésia e opera com valorização.A trader de café Volcafé previu que o mercado global de café conilon em 2023/24 teria um déficit recorde de 5,6 milhões de sacas. Maio/23 tinha alta de US$ 20 por tonelada, valendo US$ 2234, julho/23 tinha alta de US$ 13 por tonelada, cotado por US$ 2179, novembro/23 tinha valorização de US$ 11 por tonelada, valendo US$ 2131 e novembro/23 tinha valorização de US$ 21 por tonelada, valendo US$ 2094.
Mercado Interno - Última sessão
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 1,34% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.105,00, Poços de Caldas/MG teve queda de 0,92%, valendo R$ 1.080,00, Machado/MG teve queda de 0,92%, negociado por R$ 1.080,00, Varginha/MG teve baixa de 1,77%, valendo R$ 1.110,00, Campos Gerais/MG teve alta de 1,74%, negociado por R$ 1.132,00 e Franca/SP teve alta de 0,87%, valendo R$ 1.140,00.
O tipo cereja descascado teve queda de 1,26% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.180,00, Poços de Caldas/MG teve queda de 0,84%, valendo R$ 1.180,00, Varginha/MG teve desvalorização de 1,68%, negociado por R$ 1.170,00 e Campos Gerais/MG teve queda de 1,65%, negociado por R$ 1.192,00.
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