Sem novidades, café passa operar apenas com ajustes técnicos em NY
![]()
Depois de iniciar as negociações com desvalorização, o mercado futuro do café arábica voltou a operar no negativo no pregão desta segunda-feira (20) na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Sem novidades, mas monitorando as questões macroeconômicas o café opera apenas com ajustes técnicos. Todo o setor monitora as condições das lavouras no Brasil, além de ficar atento aos indicadores da demanda em importantes polos consumidores como os Estados Unidos.
Por volta das 12h23 (horário de Brasília), maio/23 tinha queda de 65 pontos, negociado por 175,95 cents/lbp, julho/23 tinha baixa de 45 pontos, cotado por 175,20 cents/lbp, setembro/23 tinha queda de 20 pontos, valendo 171,70 cents/lbp e dezembro/23 tinha baixa de 25 pontos, valendo 171,65 cents/lbp.
Em Londres, o tipo conilon também opera com desvalorização. Maio/23 tinha queda de US$ 21 por tonelada, negociado por US$ 2043, julho/23 tinha baixa de US$ 19 por tonelada, valendo US$ 2035, setembro/23 tinha queda de US$ 21 por tonelada, negociado por US$ 2013 e novembro/23 tinha baixa de US$ 26 por tonelada, negociado por US$ 1974.
No financeiro, as 12h39 (horário de Brasília), o dólar registrava queda de 0,58%, negociado por R$ 5,24 na venda. "O dólar à vista passou a registrar baixa ante o real na manhã desta segunda-feira, com os investidores de olho no cenário externo depois de o UBS anunciar a compra do Credit Suisse por 3 bilhões de francos (3,2 bilhões de dólares) no fim de semana", complementa a Reuters.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais