De olho no macro, café acompanha dia de baixas em NY e Londres
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O mercado futuro do café arábica iniciou as negociações desta quarta-feira (15) com desvalorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O mercado acompanha as perdas das demais commodities, ainda focado no macrocenário e nas incertezas causadas pelo novo colapso dos bancos nos EUA.
Por volta das 08h26 (horário de Brasília), maio/23 tinha queda de 375 pontos, negociado por 171,70 cents/lbp, julho/23 tinha baixa de 365 pontos, cotado por 171,05 cents/lbp, setembro/23 tinha queda de 340 pontos, negociado por 169,70 cents/lbp e dezembro/23 tinha baixa de 330 pontos, valendo 168 cents/lbp.
Em Londres, o conilon também abriu com desvalorização. Maio/23 tinha queda de US$ 16 por tonelada, valendo US$ 2064, julho/23 tinha queda de US$ 15 por tonelada, valendo US$ 2055, setembro/23 tinha queda de US$ 15 por tonelada, negociado por US$ 2038 e novembro/23 tinha baixa de US$ 19 por tonelada, valendo US$ 1998.
Os números divulgados recentemente pela Safras & Mercado também pressionam o mercado. Segundo a consultoria, o Brasil deve elevar sua estimativa de produção de café no Brasil 2022/23 para 58,9 milhões de sacas, ante estimativa anterior de 57,3 milhões de sacas. Já com relação aos negócios, eles seguem travados e sem grandes avanços na comercialização.
Com informações de Carla Mendes*
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