Café tem dia de altos e baixos, mas encerra com ajustes técnicos em Nova York
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Depois de abrir o dia tentando avançar na Bolsa de Nova York (ICE Future US), o mercado futuro do café arábica encerrou a quinta-feira (2) com mais um dia de desvalorização.
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Maio/23 teve queda de 135 pontos, negociado por 182,20 cents/lbp, julho/23 teve queda de 75 pontos, cotado por 181,40 cents/lbp, setembro/23 teve baixa de 40 pontos, valendo 179,75 cents/lbp e dezembro/23 teve queda de 45 pontos, valendo 177,70 cents/lbp.
Segundo análise do site internacional Barchart, o mercado teve um dia de baixa com pressão nos números de exportação de Honduras. O Instituto Hondurenho do Café informou hoje que as exportações hondurenhas de café em fevereiro aumentaram 32% para 863.901 sacas
Já no Brasil, o setor ainda absorve os dados de exportações reportados pela Secex, com 42% a menos que fevereiro de 2022. Além disso, no mercado interno a ABIC registrou queda de 1,01% no consumo da bebida.
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"A diminuição das preocupações com inundações no Brasil é negativa para os preços do café, pois deve permitir que os agricultores de Minas Gerais, a maior região produtora de arábica do Brasil, voltem aos cafezais para aplicar fertilizantes e pesticidas", acrescenta análise do Barchart.
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