Com ajustes nos preços, arábica recua mais de 2% em Nova York, mas monitora condições do Brasil
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No início da tarde desta quarta-feira (15) o mercado futuro do café arábica operava com intensa desvalorização para os preços na Bolsa de Nova York (ICE Future US), recuando 2,67% e devolvendo os ganhos registrados na última sessão.
Por volta das 12h30 (horário de Brasília), maio/23 tinha queda de 480 pontos, cotado por 178,45 cents/lbp, julho/23 tinha queda de 480 pontos, valendo 177,90 cents/lbp, setembro/23 tinha baixa de 470 pontos, valendo 176,65 cents/lbp e dezembro/23 tinha baixa de 455 pontos, cotado por 175,25 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o tipo conilon também opera com desvalorização. Maio/23 tinha queda de US$ 18 por tonelada, negociado por US$ 2052, julho/23 tinha alta de US$ 18 por tonelada, negociado por US$ 2035, setembro/23 tinha queda de US$ 19 por tonelada, valendo US$ 2009 e novembro/23 tinha baixa de US$ 22 por tonelada, negociado por US$ 1981.
Durante a semana, o café teve suporte na preocupação com a oferta brasileira do produto. As chuvas dos últimos dias preocupam o mercado, já que alguns produtores relatam atraso nos tratos culturais.
Além disso, o mercado recua após a consultoria StoneX divulgou a estimativa de safra do Brasil em 62,3 milhões de sacas no ciclo 2023. No caso do arábica, aponta produção em 38,3 milhões de sacas, o que representa alta de 1,5% em relação ao último ano.
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