Café tem pressão do câmbio e cai mais de 2% nesta 6ª feira
![]()
Em dia de valorização para o dólar, o mercado futuro do café arábica voltou a operar com desvalorização para os principais contratos no pregão desta sexta-feira (3) na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Por volta das 12h56 (horário de Brasília), março/23 tinha queda de 410 pontos, negociado por 173,70 cents/lbp, maio/23 tinha baixa de 390 pontos, valendo 174,20 cents/lbp, julho/23 tinha queda de 370 pontos, cotado por 174 cents/lbp e setembro/23 tinha baixa de 350 pontos, valendo 173 cents/lbp.
Em Londres, conilon também opera com desvalorização. Março/23 tinha queda de US$ 15 por tonelada, negociado por US$ 2034, maio/23 tinha baixa de US$ 11 por tonelada, negociado por US$ 2009, julho/23 tinha queda de US$ 12 por tonelada, valendo US$ 2008 e setembro/23 tinha queda de US$ 8 por tonelada, valendo US$ 1981.
Também neste horário, o dólar registrava alta de 1,55%, negociado por R$ 5,12 na venda. " O dólar recuperou fôlego frente ao real na manhã desta sexta-feira, depois que um relatório de emprego surpreendentemente forte do governo dos Estados Unidos reduziu esperanças de abrandamento do aperto monetário do Federal Reserve, enquanto investidores continuavam repercutindo críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à independência do Banco Central", acrescenta a agência de notícias Reuters.
Além dos fatores macroeconômicos, o mercado segue monitorando as condições do tempo no Brasil, mantendo a preocupação com a oferta brasileira do produto no próximo ciclo.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais