Depois de intensa valorização café abre apenas com variação técnica em Nova York
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Após avançar mais de 6% no último pregão, o mercado futuro do café arábica abriu as negociações desta quarta-feira (1) com ajustes para os preços na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
O café tem suporte na preocupação com a oferta brasileira e na expectativa de demanda aquecida em importantes polos consumidores. De acordo com Haroldo Bonfá, além desses fatores, a dificuldade em se entender o real potencial da safra 23 do Brasil também aumenta a preocupação do mercado, dando suporte de alta. Apesar da intensa valorização dos últimos dias, o produtor segue operando com cautela e poucos negócios são fechados.
Por volta das 08h58 (horário de Brasília), março/23 tinha queda de 20 pontos, negociado por 181,55 cents/lbp, maio/23 tinha queda de 15 pontos, cotado por 181,55 cents/lbp, julho/23 tinha baixa de 20 pontos, valendo 180,75 cents/lbp e setembro/23 tinha baixa de 35 pontos, valendo 179,05 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o conilon também abriu com ajustes. Março/23 tinha queda de US$ 9 por tonelada, negociado por US$ 2098, maio/23 tinha queda de US$ 8 por tonelada, negociado por US$ 2070, julho/23 tinha baixa de US$ 9 por tonelada, negociado por US$ 2036 e setembro/23 tinha queda de US$ 2 por tonelada, valendo US$ 2007.
Mercado Interno - Última sessão
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve alta de 4,59% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.140,00, Poços de Caldas/MG teve alta de 4,59%, cotado por R$ 1.140,00, Machado/MG teve valorização de 2,75%, cotado por R$ 1.120,00, Campos Gerais/MG teve alta de 4,60%, valendo R$ 1.137,00 e Franca/SP teve alta de 5,45%, cotado por R$ 1.160,00.
O tipo cereja descascado teve alta de 4,21% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.214,00, Poços de Caldas/MG teve alta de 4,20%, cotado por R$ 1.240,00, Varginha/MG avançou 1,74%, cotado por R$ 1.170,00 e Campos Gerais/MG teve alta de 4,36%, negociado por R$ 1.197,00.
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