Café mantém baixas mesmo em dia de queda no dólar e números negativos da Colômbia
![]()
O mercado futuro do café arábica teve uma manhã de bastante variação nos preços, mas no início da tarde desta quinta-feira (5) voltou a operar com desvalorização na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O café segue operando com desvalorização mesmo em dia de queda para o dólar e após a Colômbia divulgar queda da produção de dezembro (29%) e encerrar o ano com 12% a menos na produção de arábica em 2022.
Leia mais:
+ Muita chuva: Colômbia encerra 2022 com queda de 12% na produção de arábica e exportação caiu 8%
As chuvas no Brasil continuam impedindo avanço mais significativo nos preços. No exterior, o mercado opera com a expectativa de uma safra cheia para o Brasil no ano que vem. Por aqui, no entanto, produtores afirmam que as condições das lavouras não apresentam uma grande safra e pouco participam do mercado.
Por volta das 13h02 (horário de Brasília), março/23 tinha queda de 135 pontos, negociado por 159,95 cents/lbp, maio/23 tinha baixa de 160 pontos, valendo 159,75 cents/lbp, julho/23 tinha queda de 145 pontos, cotado por 160,05 cents/lbp e setembro/23 tinha desvalorização de 175 pontos, valendo 159,70 cents/lbp.
Em Londres, o café tipo conilon também opera com baixas. Março/23 tinha queda de US$ 27 por tonelada, valendo US$ 1846, maio/23 tinha queda de US$ 23 por tonelada, negociado por US$ 1816, julho/23 tinha baixa de US$ 25 por tonelada, negociado por US$ 1792 e setembro/23 tinha queda de US$ 12 por tonelada, negociado por US$ 1789.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais