Estendendo baixas de 2022, arábica começa novo ano com desvalorização em Nova York
![]()
O mercado futuro do café arábica abriu o primeiro dia de negociação do ano com desvalorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Os negócios estão sendo retomados nesta terça-feira (3) e com o produtor aguardando por preços mais atrativos, a tendência é de mais um dia de poucas vendas.
Por volta das 08h52 (horário de Brasília), março/23 tinha queda de 135 pontos, negociado por 165,95 cents/lbp, maio/23 tinha queda de 120 pontos, valendo 165,75 cents/lbp, julho/23 registrava queda de 110 pontos, cotado por 165,50 cents/lbp e dezembro/23 tinha queda de 180 pontos, valendo 164,10 cents/lbp.
Em Londres, o dia começou com estabilidade para o conilon. Março/23 tinha alta de US$ 1 por tonelada, negociado por US$ 1800, maio/23 era negociado por US$ 1774 - sem variações, julho/23 tinha alta de US$ 1 por tonelada, valendo US$ 1760 e setembro/23 tinha alta de US$ 1 por tonelada, negociado por US$ 1749.
Desde outubro as negociações estão lentas no mercado de café. Enquanto no exterior o mercado opera com a expectativa de uma safra cheia neste ano, por aqui o produtor aguarda para saber o real potencial após dois anos de produção frustrada.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais