Com suporte em dados do USDA, café abre pregão com valorização
![]()
O mercado futuro do café arábica abriu as negociações desta quarta-feira (23) com valorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Por volta das 08h13 (horário de Brasília), março/23 tinha alta de 250 pontos, valendo 167,20 cents/lbp, maio/23 tinha alta de 235 pontos, cotado por 166,75 cents/lbp, julho/23 tinha alta de 225 pontos, valendo 166,15 cents/lbp e setembro/23 tinha alta de 195 pontos, valendo 165,20 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o conilon também abriu com valorização. Janeiro/23 tinha alta de US$ 22 por tonelada, negociado por US$ 1856, março/23 tinha alta de US$ 18 por tonelada, negociado por US$ 1821, maio/23 tinha alta de US$ 18 por tonelada, cotado por US$ 1809 e julho/23 tinha alta de US$ 19 por tonelada, valendo US$ 1801.
O café tem suporte nos novos números do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que além da Colômbia, também reduziu a estimativa de safra para o Brasil no ciclo 2022/23. Segundo o USDA, o país deve colher 62,6 milhões de sacas, número 1,7 milhão de sacas menor que a projeção do previsto em junho.
O USDA reduziu também sua previsão de produção de café da Colômbia para 2022/23 para 12,6 milhões de sacas, de uma estimativa anterior de 13 milhões de sacas.
Mercado Interno - Última sessão
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve alta de 1,02% em Poços de Caldas/MG, negociado por R$ 990,00, Patrocínio/MG teve alta de 1,05%, negociado por R$ 960,00, Araguari/MG e Machado/MG registraram alta de 7,53%, valendo R$ 1.000,00, Varginha/MG teve alta de 2,06%, valendo R$ 990,00, Campos Gerais/MG teve alta de 2,12%, valendo R$ 965,00 e Franca/SP teve alta de 2,02%, cotado por R$ 1.010,00.
O tipo cereja descascado teve alta de 0,93% em Poços de Caldas/MG, negociado por R$ 1.090,00, Patrocínio/MG teve alta de 0,98%, negociado por R$ 1.030,00, Varginha/MG teve alta de 0,96%, valendo R$ 1.050,00 e Campos Gerais/MG teve alta de 1,99%, cotado por R$ 1.025,00.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais