Café continua sentido pressão das chuvas e mantém desvalorização em Nova York
O mercado futuro do café arábica segue operando com desvalorização para os principais contratos no pregão desta terça-feira (8) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O café continua pressionado pela previsão de chuvas no Brasil.
Os volumes, no entanto, não têm sido tão expressivos quanto indicam os mapas. Segundo Alysson Fagundes, da Fundação Procafé, nos últimos dias chuvas mais trouxeram problemas do que alívio no parque cafeeiro. Algumas lavouras foram atingidas por granizo, o que deve prejudicar a safra de 2023. Os danos ainda estão sendo levantados pelos produtores.
Por volta das 13h07 (horário de Brasília), março/23 tinha queda de 415 pontos, negociado por 161,95 cents/lbp, maio/23 tinha baixa de 385 pontos, valendo 161,05 cents/lbp, julho/23 tinha baixa de 385 pontos, cotado por 160,05 cents/lbp e setembro/23 tinha desvalorização de 390 pontos, valendo 158,95 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o conilon também opera com desvalorização. Janeiro/23 tinha baixa de US$ 15 por tonelada, negociado por US$ 1836, março/23 tinha queda de US$ 11 por tonelada, valendo US$ 1822, maio/23 tinha baixa de US$ 7 por tonelada, cotado por US$ 1813 e julho/23 tinha desvalorização de US$ 2 por tonelada, valendo US$ 1811.
0 comentário
Colheita de café 26/27 do Brasil alcança 97%, diz Safras
Resiliência climática do café robusta é um "mito da internet", diz pesquisador
Cecafé revisa para cima dados parciais da exportação de agosto em 1,23 mi sacas
Manejos para o momento da florada são essenciais para aumentar o potencial produtivo dos cafezais
Exportações mundiais de café verde aumentaram 0,8% em junho, diz OIC
Maquinários agrícolas ganham destaque na 21ª Fecon